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Diário de Um Criminalista – Dia da Audiência - Marcelo Campelo Advogado
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Diário de Um Criminalista – Dia da Audiência

Marcelo Campelo Advogado / Diário de um Criminalista  / Diário de Um Criminalista – Dia da Audiência
Marcelo Campelo Advogado Criminalista

Diário de Um Criminalista – Dia da Audiência

Curitiba, 18 de abril de 2019 / Diário de um Criminalista – Dia da Audiência.

Chegou o dia. Agora sim é o momento de se definir se o réu será culpado ou não. É o contato que ele terá com a pessoa que decidirá sobre a sua culpa ou não sobre o caso. É verdade, o juiz que instrui ou no linguajar popular comanda a audiência será o que irá proferir ou redigir a sentença. Portanto, é o momento de contar a sua versão dos fatos.
Importante salientar que até este momento, muitas vezes o juiz teve contato apenas com as evidências do processo, mas o olho no olho com o réu, as testemunhas de acusação e defesa ainda não. E, se, contar em determinadas varas, apenas ouviu a versão da acusação, pois por muitas vezes o Ministério Público trabalha ao lado do juiz, portanto são amigos no bom sentido.
O advogado, já deve ter feito todos os requerimentos e pedidos de produção de provas necessários para comprovar a melhor tese defensiva para seu cliente, para que lhe seja aplicado o que é de justiça.
Assim, cabe ao réu, no momento do interrogatório, com toda a lucidez, firmeza, e clareza nas palavras, falar sobre os fatos segundo o perguntado e no momento de falar o que deseja, suprir o que não lhe foi perguntado.
É o momento de lhe olhar firme e convencer o juiz da sua versão dos fatos, queira ou não o magistrado é um ser humano como todos nós, capaz de colher as emoções daquele que lhe fala e dentre estas emoções se encontra a sinceridade. Então, por muitas vezes a escolha do silêncio pode ser prejudicial, pois o juiz terá apenas o que lhe foi dito pelas testemunhas, pelo promotor e pelo advogado, sempre devendo ser salientado que sua convicção pode pende para quem lhe esta próximo, como a acusação. Assim, ao usar o silêncio, veja, não estou dizendo que o silêncio não é uma forma de defesa, a ciência jurídica processual é demasiada complexa para se afirmar categoricamente acerca de nunca se utilizar o silêncio. Mas infelizmente e logicamente, as palavras silenciosas que ficaram na memória do magistrado.
Portanto, em matéria criminal cada caso é um caso, por isso da sua sofisticação e elegância, e ponto pacífico é a grande importância em se preparar para a audiência, seja ela de instrução e de custódia, cada uma com a sua importância em cada momento processual.

Marcelo Campelo
marcelo@marcelocampelo.adv.br
www.marcelocampelo.adv.br

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